Pesquisa sobre obesidade

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Pesquisadores na UC Davis estão estudando como os genes influenciam a quantidade de ácido araquidônico (ácido graxo importante na síntese de prostaglandinas no corpo) no fígado e células musculares de uma estirpe especial de ratos chamados ratos Zucker. Eles descobriram que ratos que herdaram os genes obesos de ambos os pais têm diminuição dos níveis de ácido araquidônico em seus músculos e fígado. Estes ratos ficarão gordos, mesmo quando alimentados com uma dieta de baixa caloria.

Mais importante, os pesquisadores foram capazes de reduzir o peso corporal e gordura corporal nesses ratos obesos, alimentando-lhes com um suplemento de ácido graxo especial que aumentou o ácido araquidônico em suas células musculares. Os pesquisadores também verificaram uma diminuição do ácido araquidônico no sangue de seres humanos obesos.

Eles estão estudando a eficácia deste suplemento especial de ácidos graxos na manutenção/controle do peso em indivíduos já obesos.

Ensaios com injeção de leptina em humanos estão em andamento, e parecem ser bem sucedido em pacientes que têm "resistência à leptina".

Outros hormônios como o "neuropeptídio Y", a "colecistocinina" e um peptídeo semelhante ao "glucagon 1" também estão sendo explorados ativamente como inibidores de apetite no tratamento da obesidade Obesidade, nediez ou pimelose (tecnicamente, da língua grega pimelē = gordura e ose processo mórbido) é uma doença na qual a reserva natural de gordura aumenta até o ponto em que passa a estar associada a certos problemas de saúde ou ao aumento da taxa de mortalidade. Apesar de se tratar de uma condição clínica individual, é vista, cada vez mais, como um sério e crescente problema de saúde pública: o excesso de peso predispõe o organismo a uma série de doenças, em particular doenças cardiovasculares, diabetes mellitus tipo 2, apnéia do sono e osteoartrite. .

A ciência e a medicina tiveram grandes avanços em obesidade compreendendo melhor a doença, conseqüentemente, melhorando o tratamento medicamentoso desta importante doença. Brevemente, estarão disponíveis medicamentos mais seguros e efetivos para o tratamento da obesidade. Mas atualmente ainda não há nenhuma "cura mágica" para obesidade. A melhor e mais segura maneira de perder peso, vivendo uma longa vida, é através de uma dieta adequada e exercício regular.

Medicamentos podem e devem ser usados, além da dieta e exercício, principalmente quando o risco de complicações por obesidade excede os potenciais efeitos colaterais do medicamento. Devem ainda ser evitados "medicamentos" e outras preparações "irarias" com efetividade e segurança não provada. Medicamentos devem ser prescritos apenas por profissionais familiarizados com as condições do paciente e com o uso destes medicamentos.

 

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