Pequenos passos para combater a obesidade

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Para os obesos, uma pequena perda pode ser uma grande vitória.

A evidência é que as pessoas que estão acima do peso são capazes de melhorar significativamente suas chances de evitar doenças relacionadas, mesmo permanecendo com o peso acima da média.

O segredo: perder apenas alguns quilos. A redução de peso, ao que parece, é um poderoso remédio para os grandes, não importa quão aparentemente insignificante seja dose.

Muitos especialistas em obesidade Obesidade, nediez ou pimelose (tecnicamente, da língua grega pimelē = gordura e ose processo mórbido) é uma doença na qual a reserva natural de gordura aumenta até o ponto em que passa a estar associada a certos problemas de saúde ou ao aumento da taxa de mortalidade. Apesar de se tratar de uma condição clínica individual, é vista, cada vez mais, como um sério e crescente problema de saúde pública: o excesso de peso predispõe o organismo a uma série de doenças, em particular doenças cardiovasculares, diabetes mellitus tipo 2, apnéia do sono e osteoartrite. concordam que pode não ser necessário perder peso até uma faixa "normal" para evitar grande parte dos efeitos negativos de ser grande. Perdendo apenas 10 ou 15 Kg - isso é pouco a perder, mesmo em pessoas não tão gordas - pode ter um efeito surpreendente e significativo sobre o corpo e processos normais que foram alterados pela obesidade.

Se for verdade - e ainda tem a idéia de alguns céticos - isto significa pelo menos um antídoto parcial às previsões apocalípticas sobre a epidemia de obesidade, mesmo que as pessoas permaneçam muito acima do peso.

"A má notícia é que as pessoas estão ficando cada vez mais obesas", diz o Dr. Christie Ballantyne, cardiologista no Hospital Metodista de Houston. "A boa notícia é que perder uma quantia modesta de peso pode ter benefícios de saúde realmente profundos."

Claro que, muita gente grande quer emagrecer, ficar esbelto, enfim... Ter um belo corpo. Mas os médicos dizem que a melhor razão para obter o controle do peso é a possibilidade de voltar a ser saudável.

"Essa é uma das mais importantes mensagens de saúde pública" diz o Dr. Judith Fradkin, endocrinologista chefe no National Institute of DiabetesDiabetes mellitus é uma doença metabolismo caracterizada por um aumento anormal da glicose ou açúcar no sangue. Diabetes Mellitus. Portal Banco de Saúde. 2008. http://www.bancodesaude.com.br/diabetes/diagnostico-diabetes-mellitus A glicose é a principal fonte de energia do organismo, mas quando em excesso, pode trazer várias complicações à saúde. Quando não tratada adequadamente, causa doenças tais como Infarto agudo do miocárdio, derrame cerebral, insuficiência renal, retinopatia e lesões de difícil cicatrização, dentre outras complicações. Embora ainda não haja uma cura definitiva para o Diabetes, há vários tratamentos disponíveis que, quando seguidos de forma regular, proporcionam saúde e qualidade de vida para o paciente portador. Atualmente, a Organização Mundial da Saúde estima que cerca de 240 milhões de pessoas sejam diabéticas em todo o mundo, o que significa que 6% da população tem diabetes. Segundo uma projeção internacional, a população de doentes diabéticos a nível mundial vai aumentar até 2025 em mais de 50%, para 380 milhões de pessoas a sofrerem desta doença crônica.http://diario.iol.pt/sociedade/diabetes-doenca-saude-insulina-medicos-doentes/995433-4071.html and Digestive and Kidney Diseases. "O objetivo deve ser tornar-se saudável, não se um modelo de moda. Se você se mover na direção certa, mesmo um pouco, isso pode fazer uma diferença grande em saúde."

Essa é uma boa notícia para pessoas que se sentem derrotadas por não poderem atingir o peso ideal. Uma perda de apenas 6 kg por uma pessoa acima do peso pode fazer uma grande diferença, diz Fradkin.

Há pouca dúvida entre os especialistas que a obesidade é uma condição potencialmente mortal, responsavel por cerca de 300.000 mortes por ano nos Estados Unidos. Para uma pessoa de meia idade, estar acima do peso é considerada tão ruim para a saúde quanto fumar.

Muitos especialistas acreditam que o perigo real do excesso de peso é a torrente de hormônios e outras substâncias químicas produzidas por células de armazenamento de gordura, que se tornam hiperativas quando "ficam cheias" de gordura.

Os efeitos prejudiciais da obesidade são evidentes em um exame físico. Nem todos os diabéticos ou pessoas com sobrepeso têm todas estas anomalias - o que pode aumentar o risco de ataque cardíaco, diabetesDiabetes mellitus é uma doença metabólica caracterizada por um aumento anormal da glicose ou açúcar no sangue. A glicose é a principal fonte de energia do organismo, mas quando em excesso, pode trazer várias complicações à saúde. Quando não tratada adequadamente, causa doenças tais como infarto do coração, derrame cerebral, insuficiência renal, problemas visuais e lesões de difícil cicatrização, dentre outras complicações. Embora ainda não haja uma cura definitiva para o Diabetes, há vários tratamentos disponíveis que, quando seguidos de forma regular, proporcionam saúde e qualidade de vida para o paciente portador. Atualmente, a Organização Mundial da Saúde estima que cerca de 240 milhões de pessoas sejam diabéticas em todo o mundo, o que significa que 6% da população tem diabetes. Segundo uma projeção internacional, a população de doentes diabéticos a nível mundial vai aumentar até 2025 em mais de 50%, para 380 milhões de pessoas a sofrerem desta doença crônica. e acidentes vasculares cerebrais.

O padrão (acima do peso) seria:

  1. Colesterol HDL, a variedade boa, é extraordinariamente baixo - abaixo de 40 em homens e 50 nas mulheres - apesar de o LDL ruim ser normal.
  2. A pressão arterial é 130 mais 85 ou superior
  3. O açúcar no sangue está entre 110 e 126
  4. Triglicérides acima de 150
  5. Proteína C-reativa, um sinal de inflamação corrente sanguínea, é alto

Os especialistas acreditam que a gordura hiperativa pode fazer tudo isso, pelo menos em parte, tornando o organismo menos receptivo aos sinais da insulina que "diz ao corpo" para armazenar a energia. Como resultado, o corpo tem que produzir mais insulina, o que pode ser prejudicial se em níveis elevados e aumenta o risco de diabetes.

Os benefícios de perder apenas um pouco de peso são freqüentemente bem aparentes em pessoas com um índice de massa corpórea bem no intervalo de obesos - 35 e acima. Normalmente, estas pessoas estão pelo menos 20 Kg acima do peso, freqüentemente muito mais.

  Em sua clínica de emagrecimento, Ballantyne acompanhou pacientes cujo IMC médio era 41. Depois de perder cerca de sete por cento do seu peso em um mês, a maioria destes sinais ameaçadores ficou substancialmente melhor, embora o seu IMC ainda fosse em média 38.

Os resultados:

  1. A pressão sanguínea dos pacientes voltou ao normal
  2. Triglicéride baixou 40 por cento, estabilizando no intervalo considerado saudável.
  3. Inflamação caiu entre um quarto e um terço.
  4. HDL subiu um pouco.

  Ao reduzir e controlar o peso, os benefícios ultrapassam todas as expectativas. "Você esta alterando as funções metabólicas mais profundamente do que o peso, isso é uma grande mudança".

Médicos dizem que as pessoas cujo peso continuou a cair ficaram mais saudáveis, enquanto aqueles que ganharam peso perderam parte dessas melhorias. Ainda assim, os pacientes parecem muito melhor em relação a outros que não seguiram nenhum programa, mesmo após ter perdido e parcialmente recuperado peso.

A maior dúvida, porém, é por quanto tempo essas melhorias duram e se a melhoria se traduz em qualidade de vida.

"Eu penso que, provavelmente iria ajudá-los" diz o Dr. Xavier Pi-Sunyer, chefe de pesquisa sobre obesidade no St. Luke's Roosevelt Hospital Center, em Nova York. Há boas evidências que isto é assim? “Nós não temos essas evidencias”, completa o Dr. Xavier Pi-Sunyer.

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