Obesidade eleva o risco de asma em meninas e mulheres

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Acrescente asma A asma é uma doença inflamatória crônica das vias áreas, que resulta na redução ou até mesmo obstrução no fluxo de ar. Sua fisiopatologia está relacionada a interação entre fatores genéticos e ambientais que se manifestam como crises de falta de ar devido ao edema da mucosa brônquica, a hiperprodução de muco nas vias aéreas e a contração da musculatura lisa das vias aéreas, com conseqüente diminuição de seu diâmetro (broncoespasmo). As crises são caracterizadas por vários sintomas como: dispnéia, tosse e sibilos, principalmente à noite. O estreitamento das vias aéreas é geralmente reversível porém, em pacientes com asma crônica, a inflamação pode determinar obstrução irreversível ao fluxo aéreo. As características patológicas incluem a presença de células inflamatórias nas vias aéreas, exsudação de plasma, edema, hipertrofia muscular, rolhas de muco e descamação do epitélio. O diagnóstico é principalmente clínico e o tratamento consta de medidas educativas, drogas que melhorem o fluxo aéreo na crise asmática e antiinflamatórios, principalmente a base de corticóides. à lista de problemas de saúde que a obesidade Obesidade, nediez ou pimelose (tecnicamente, da língua grega pimelē = gordura e ose processo mórbido) é uma doença na qual a reserva natural de gordura aumenta até o ponto em que passa a estar associada a certos problemas de saúde ou ao aumento da taxa de mortalidade. Apesar de se tratar de uma condição clínica individual, é vista, cada vez mais, como um sério e crescente problema de saúde pública: o excesso de peso predispõe o organismo a uma série de doenças, em particular doenças cardiovasculares, diabetes mellitus tipo 2, apnéia do sono e osteoartrite. pode causar em mulheres jovens.

Muitas partes do mundo têm visto uma explosão da epidemia de obesidade e o aumento da asma. Estudos têm demonstrado várias possíveis relações entre os dois, mas uma compreensão da questão permanece incompleta, dizem os pesquisadores.

Neste novo estudo, os investigadores estimam que mais de um em cada quatro novos casos de asma entre as meninas e mulheres com idade entre 9-26 anos é devido ao excesso de peso.

Eles não encontraram nenhuma conexão entre obesidade e asma em meninos ou homens jovens. Isso poderia explicar o fato de que os meninos têm mais asma antes da puberdade, mas as meninas são mais propensas a desenvolver asma quando amadurecem.

Porque a diferença? O estudo não resolve essa questão. Pode ser em parte devido à gordura do corpo da mulher aumentar após a puberdade. Ou talvez os hormônios sexuais femininos desempenhem algum um papel, escrevem os pesquisadores.

Eles descobriram que o IMC (índice de massa corporal) mais elevado aumentou o risco de meninas desenvolverem asma, depois de 9 anos de idade. Até então, o peso das meninas não estava relacionado com a asma. As crianças com asma também não tinham mais probabilidade de se tornarem adultos obesos.

Para entender a ligação entre asma e obesidade, considere as meninas e mulheres que desenvolveram asma entre as idades de 9 e 26 anos:

  • Destes, 34% eram obesos, com um IMC maior que 30.
  • 19% estavam com excesso de peso, com IMC de 25-30
  • Apenas 11% tinham um IMC inferior a 25.

Em geral, problemas de peso foram responsáveis por uma estimativa de 28% dos casos de asma em meninas e mulheres com idade entre 9-26 anos, diz o estudo.

Os dados vieram de um estudo de cerca de 1.000 crianças nascidas na Nova Zelândia, entre Abril de 1972 a março de 1973. O IMC das crianças foi acompanhado ao longo dos anos, juntamente com os casos de asma e chiado.

A história familiar de asma e tabagismo também foi observada, juntamente com a amamentação e ordem de nascimento. Nenhum destes fatores mudou os resultados.

O estudo foi conduzido por pesquisadores como Robert Hancox, da Dunedin School of Medicine na Nova Zelândia. Ele aparece na edição de 1 de março do American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine.

Fonte: Hancox, R. American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine, March 1, 2005; vol 171: pp 440-445.

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