Em termos científicos, a obesidade Obesidade, nediez ou pimelose (tecnicamente, da língua grega pimelē = gordura e ose processo mórbido) é uma doença na qual a reserva natural de gordura aumenta até o ponto em que passa a estar associada a certos problemas de saúde ou ao aumento da taxa de mortalidade. Apesar de se tratar de uma condição clínica individual, é vista, cada vez mais, como um sério e crescente problema de saúde pública: o excesso de peso predispõe o organismo a uma série de doenças, em particular doenças cardiovasculares, diabetes mellitus tipo 2, apnéia do sono e osteoartrite. ocorre quando uma pessoa consome mais calorias do que ela consegue queimar. O que causa o desequilíbrio entre caloria ingerida e caloria queimada pode diferir de uma pessoa para outra. Fatores genéticos, ambientais, psicológicos e muitos outros fatores podem desempenhar um papel.
Fatores genéticos
A obesidade tende estar presente em famílias com histórico de obesidade, sugerindo uma causa genética. No entanto, existem dietas e hábitos de vida que podem contribuir para o desenvolvimento da obesidade em algumas famílias. Excluindo os fatores genéticos, restam poucas explicações para a obesidade, mesmo assim, a ciência mostra que a hereditariedade está ligada à obesidade.
Em um estudo, adultos que foram adotados quando eram crianças mostraram ter peso mais próximo de seus pais biológicos do que seus pais adotivos. Neste caso, a herança genética teve mais influência sobre o desenvolvimento da obesidade do que o ambiente na casa da família adotiva.
Fatores ambientais
No entanto, genes não (pré) destinam as pessoas a uma vida de obesidade. O ambiente também influencia fortemente o desenvolvimento da obesidade. Isto inclui comportamentos e estilo de vida, como o que uma pessoa come e seu nível de atividade física.
Os americanos tendem a comer alimentos ricos em gordura, colocando o sabor e a conveniência à frente de nutrição. Além disso, a maioria dos americanos não se preocupa com a atividade física.
Embora você não possa mudar sua herança genética, pode mudar seus hábitos alimentares e a pratica de atividade. Tente estas técnicas que tem ajudado algumas pessoas a perder peso e mantê-lo sob controle:
- Aprenda a escolher refeições mais nutritivas com baixa concentração de gordura.
- Aprenda reconhecer e controlar sugestões ambientais (como cheiros convidativos) que fazem você querer comer quando você não está com fome.
- Pratique uma atividade fisica
- Mantenha um registro de seu consumo alimentar e atividade física.
Fatores psicológicos
Os fatores psicológicos também podem influenciar os hábitos alimentares. Muitas pessoas comem como resposta a emoções negativas como tristeza, tédio ou raiva.
Grande parte das pessoas com sobrepeso tem mais problemas psicológicos do que pessoas de peso médio. Ainda assim, até 10 por cento das pessoas que são levemente obesos e tentam perder peso por conta própria ou através de programas comerciais de perda de peso tem um descontrole na ingestão calórica. Este distúrbio, compulsão alimentar, é mais comum em pessoas que são severamente obesas.
Durante um episódio de compulsão alimentar, as pessoas comem grandes quantidades de comida e sente que não podem controlar o quanto eles estão comendo.
Também é provável que aqueles com compulsão alimentar tenham sintomas de depressão e baixa auto-estima. Estas pessoas podem ter mais dificuldade em perder peso e mantê-lo do que pessoas sem problemas de compulsão alimentar.
Se você está chateado por um comportamento alimentar compulsivo e acha que pode ter uma compulsão, busque ajuda de um profissional de saúde como um psiquiatra, psicólogo ou um médico clínico.
Outras causas da obesidade
Algumas doenças Doença (do latim dolentia, padecimento) é uma condição anormal de um organismo que interfere nas funções corporais e está associada a sintomas específicos. Pode ser causada por fatores externos, como outros organismos (infecção), ou por desfunções ou malfunções internas, como as doenças autoimunes. A patologia é a ciência que estuda as doenças e procura entendê-las. Resulta da consciência da perda da homeostasia de um organismo vivo, total ou parcial, estado este que pode cursar devido a infecção, inflamação, isquémias, modificações genéticas, sequelas de trauma, hemorragias, neoplasias ou disfunções orgânicas. Distingue-se da enfermidade, que é a alteração danosa do organismo. O dano patológico pode ser estrutural ou funcional. O médico faz a História clínica e examina o paciente a procura de sinal (médico) e sintomas que definem a síndrome da doença, solicita os exame complementar conforme suas hipótese diagnóstica, visando chegar a um diagnóstico. O passo seguinte é indicar um tratamento.
podem levar à obesidade ou uma tendência a ganhar peso. Estes incluem o hipotireoidismo, a síndrome de Cushing, depressão e certos problemas neurológicos que podem levar a excessos. Além disso, drogas como esteróides e alguns antidepressivos podem causar ganho de peso. Somente um médico poderá dizer se existem condições médicas subjacentes que estão causando o ganho de peso ou interferindo na perda de peso.